quinta-feira, junho 27

MUST or HAVE TO

There are two modal verbs to show obligation or necessity.

Must Have to  

Must 

 Must is for simple present and usually shows general obligations.
  • Travellers must show their passport before boarding a plane. 
  • You must use a pencil on the test.
 It is formal and normally used only in writing.
  •  All employees must wear proper safety equipment.  

Have to 

Have to is not an actual modal verb, but it is used like a modal.

You must conjugate the verb "have" depending on the time and subject.
  •  I have to work tomorrow. 
  • She has to work tomorrow.
 It is used in all tenses.

  • I had to work last night. 
  • She has had to work every day this week. 

"Have to" is less formal than Must and is common in conversation.

 Must not and Don't have to 

 "Must not" and "don't have to" are completely different, and their meanings are often confused.

 "Must not" is a negative obligation and shows something that is prohibited.

            Example:
  You must not eat in the computer room.
(Food in the computer room is prohibited.)

"Don't have to" shows something that is not necessary.

           Example:
   I don't have to work today.
 (Working is not necessary.)


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http://www.learnenglish-online.com/grammar/modalverbs.html

terça-feira, junho 4

SUJEITO E NÚCLEO


Sujeito: Núcleo e classificação

O sujeito, um termo essencial da oração, é de quem (ou do quê) fala o verbo (quem morre? quem foi às compras? quem estava florindo?). Pode ter um ou mais núcleos.

No exemplo "Tonico mora no interior de São Paulo", o sujeito da oração - "Tonico" - é composto por uma só palavra. Mas o sujeito pode ser composto por mais de uma palavra.

Suponha que disséssemos:
"O meu amigo Tonico mora no interior de São Paulo".

Qual o sujeito desta oração? "O meu amigo Tonico", isto é, o nome próprio Tonico, precedido pelo
 artigo "O" e pelo pronome possessivo "meu".

Veja as seguintes orações:

a) Minha tataravó já morreu.

b) As belas modelos do Brasil encantam o mundo.

c) O nosso  presidente se faz de ingênuo.

Os sujeitos de todas elas são expressos por mais de uma palavra.
Em a) "Minha tataravó";
b) "As belas modelos do Brasil";
c) "O nosso presidente".

No entanto, uma das palavras que constitui cada um desses sujeitos é mais importante que as demais, pois ela é propriamente o termo sobre o qual se diz alguma coisa. Essa palavra é chamada de
 núcleo do sujeito. Nos exemplos citados, os núcleos do sujeito são, respectivamente, "tataravó", "modelos" e "presidente".

IMPORTANTE: Núcleo do sujeito é, portanto, a palavra principal que forma o sujeito.


 
Classificação do sujeito

Além disso, existem duas categorias ou tipos básicos de sujeito. São elas:

1)
 Sujeito determinado: É identificado pelo contexto ou pela terminação do verbo (que sempre concorda com o sujeito). São determinados todos os sujeitos que vimos nas três orações acima.

O sujeito determinado pode ser:

a)
 Simples: caso tenha um único núcleo. Exemplo:
Um homem alto abriu a porta.
O sujeito (quem abriu a porta?) é "um homem alto", ou seja, três palavras. Mas o "núcleo do sujeito" é homem. Ou seja, não é "um" quem está abrindo a porta, nem "alto", mas sim "homem". Logo,
 Núcleo do sujeito: "homem". Uma única palavra, sujeito determinado simples.

b)
 Composto: caso tenha mais de um núcleo. Exemplo:
Os tigres e os rinocerontes estão ameaçados de extinção. Núcleos do sujeito: "tigres" e "rinocerontes".

c)
 Oculto, elíptico ou desinencial: caso não esteja expresso na oração, mas possa ser identificado pela terminação (ou desinência) do verbo. Exemplo:
Ficamos abestalhados com tanta corrupção.
Veja, a desinência "amos" refere-se à primeira pessoa do plural, "nós".

2)
 Sujeito indeterminado: é aquele que não se pôde ou não se quis apontar e que também não se pode identificar pelo contexto ou pela terminação verbal. O sujeito indeterminado pode acontecer:

a) Com o verbo na terceira pessoa do plural não se referindo a nenhum substantivo no plural ou aos pronomes "eles" e "elas" anteriormente mencionados. Exemplo: Bateram minha carteira no ônibus.

b) Com verbos intransitivos, transitivos indiretos ou de ligação, na terceira pessoa do singular, acompanhados da partícula "se". Exemplo: Trata-se de um ladrão hábil, de um mão leve.


Oração sem sujeito

Apesar de ser um termo essencial da oração, o sujeito pode não existir em algumas orações. São as orações de sujeito inexistente, ou orações sem sujeito. (O mesmo não pode acontecer com o predicado - toda oração possui um).

No caso de orações sem sujeito, o processo que o verbo expressa refere-se a si mesmo e não pode ser atribuído a ninguém.

Em geral, são orações sem sujeito:

a) As que se referem a fenômenos da natureza. Exemplos:
Anoitece tarde no horário de verão.
 (pense: "quem é que anoitece tarde no horário de verão?", obviamente, 'ninguém anoitece. A oração não tem sujeito!)

Choveu muito ontem.
 (ninguém chove!)

Está trovejando.
 (o mesmo raciocínio!)

b) As que apresentam os verbos "haver", "fazer" e "ser", empregados de forma impessoal, como nos exemplos: Há poucos leitores no Brasil. Faz três anos que me mudei dali. Hoje são oito de fevereiro.

A propósito, cabe aqui uma observação: O verbo da oração
 sempre concorda com o sujeito em pessoa e número. Não se pode dizer, por exemplo, "ela vivemos na Europa", nem "nós vive na Europa". Sendo assim, volte umas linhas, ao item b e note que, embora estejamos nos referindo a "poucos leitores" e a "três anos" o verbo está no singular, assim como ao nos referirmos a "hoje" o verbo está no plural - o que reforça a ideia de inexistência de sujeito.

 

segunda-feira, maio 20

ADVÉRBIO

O advérbio é constituído por palavra de natureza nominal ou pronominal e se refere geralmente ao verbo, ou ainda, dentro de um grupo nominal unitário, a um adjetivo e a um advérbio (como intensificador), ou a uma declaração inteira. (BECHARA, 1999:287).
Advérbios são palavras modificadoras do verbo. Servem para expressar as várias circunstâncias que cercam a significação verbal.
Alguns advérbios, chamados de intensidade, podem também prender-se a adjetivos, ou a outros advérbios, para indicar-lhes o grau: muito belo (= belíssimo), vender muito barato (= baratíssimo). (LIMA, 1990: 174).
 
1. DEFINIÇÃO
Advérbio é a classe de palavras que:

a) Do ponto de vista sintático

Vem associada ao verbo, ao adjetivo ou ao próprio advérbio, podendo inclusive modificar uma frase inteira
Exemplos
  • O juiz morava longe.
  • O dia está muito calmo.
  • Falava muito bem.
  • Certamente, você saberá como proceder na hora oportuna.

b) do ponto de vista mórfico

É invariável
c) Do ponto de vista semântico
Denota circunstância de:
  • modo
  • tempo
  • lugar
  • dúvida
  • intensidade
  • negação
  • afirmação
OBS: A maioria dos advérbios modifica o verbo, ao qual acrescentam uma circunstância. Só os de intensidade é que podem também modificar adjetivos e advérbios.
2. CLASSIFICAÇÃO
Conforme a circunstância ou de acordo com a idéia acessória que exprimem, os Advérbios classificam-se em:
 
De dúvida: talvez, quiçá, acaso, porventura, certamente, provavelmente, decerto, certo, possivelmente,  casualmente, por certo, quem sabe

De lugar: abaixo, acima, adiante, ali, aqui, cá, atrás, dentro, fora, lá, perto, longe, algures, alhures, nenhures, antes, acolá, além, detrás, aquém, onde, aí,  aonde, debaixo, defronte, adentro, afora, embaixo, externamente, a distância, à distância de, de longe, de perto, em cima, à direita, à esquerda, ao lado, em volta

De modo: bem, mal, assim, depressa, devagar, como, adrede, debalde, pior, melhor, acinte, ás pressas, às claras, às cegas, à toa, à vontade, às escondas, aos poucos, desse jeito, desse modo, dessa maneira, em geral, frente a frente, lado a lado, a pé, de cor, em vão e a maior parte dos que terminam em -mente: calmamente, tristemente, propositadamente, pacientemente, amorosamente, docemente, escandalosamente, bondosamente, generosamente

De tempo: agora, hoje, ontem, amanhã, depois, anteotem, já, sempre, amiúde, cedo, tarde, antes, ora, outrora, logo, primeiro, outrora, dantes, ainda, antigamente, doravante, nunca, então, ora, jamais, enfim, afinal, breve, constantemente, entrementes, imediatamente, primeiramente, provisoriamente, sucessivamente, às vezes, à tarde, à noite, de manhã, de repente, de vez em quando, de quando em quando, a qualquer momento, de tempos em tempos, em breve, hoje em dia

De intensidade: muito, mui, assaz, pouco, bastante, mais, menos, tão, demasiado, meio, todo, demais, nada, em excesso, quanto, quão, tanto, assaz, que(equivale a quão), tudo, nada,  quase, de todo, de muito, por completo, bem (quando aplicado a propriedades graduáveis)

De afirmação: sim, certamente, deveras, incontestavelmente, realmente, efetivamente, decerto, efetivamente, certo, decididamente,  indubitavelmente

De negação: não, jamais, nunca, nada, absolutamente, nem, de modo algum, de forma nenhuma, tampouco, de jeito nenhum
3. ADVÉRBIOS INTERROGATIVOS
Usados em interrogações diretas ou indiretas.
São as palavras:
  • onde?
  • aonde?
  • donde?
  • quanto?
  • quando?
  • como?
  • por que?
  • para que?
OBS: O advérbio onde pode combinar-se com a preposição a (aonde) e com a preposição de (donde) e o uso de cada uma das formas pode ser descrita assim:
 
Onde: Indica o lugar em que se situa a ação verbal: Onde você mora?  
Aonde: Indica o lugar para o qual se dirige a ação verbal: Aonde você quer chegar?
Donde: Indica o lugar do qual parte a ação verbal: Donde você veio?  
Interrogação: Direta Interrogação Indireta
Quanto custa isto? Diga-me quanto custa isto.
Quando voltas? Querem saber quando voltas.  
Como sabes isto? Ignoro como sabes isto.  
Por que choras? Não sei por que choras.  
Para que estudas? Pergunto para que estudas.
4. LOCUÇÃO ADVERBIAL
Quando há duas ou mais palavras que exercem função de advérbio tem- se a locução adverbial que podem expressar as mesmas noções dos advérbios. É a expressão formada de preposição + substantivo, ligada ao verbo com função equivalente ao do advérbio. Iniciam ordinariamente por uma preposição.
De lugar: à esquerda, à direita, de longe, de perto, para dentro, para fora, por aqui, por ali, por aí...
De afirmação: por certo, sem dúvida...
De modo: às pressas, passo a passo, de cor, em vão, em geral, frente a frente, de soslaio, de chofre, de viva voz.
De tempo: de noite, de dia, de vez em quando, à tarde, hoje em dia, nunca mais, passo a passo, por miúdo.
OBS: Não confundir a locução adverbial com a locução prepositiva. Nesta última, a preposição vem sempre depois do advérbio ou da locução adverbial: Ex: perto de, antes de, dentro de..

Vamos começar nosso estudo analisando duas frases que contém advérbios.
  • Pedro bebe compulsivamente.
  • João compareceu pontualmente
É lícito dizer que compulsivamente indica o modo como Pedro bebe e que pontualmente particulariza a forma como João compareceu. Ou seja, as duas palavras estão modificando as ações denotadas nas frases. Diante disso, podemos dizer que em muitos usos, uma característica bem definida dos advérbios é funcionar como complementos frasais. Vamos adiante, analisando outra série:
  • Gisele desfilou linda.
  • Gisele desfilou muito.
  • Gisele desfilou muito linda.
Na primeira frase, linda modifica Gisele . Na segunda frase, muito modifica a ação denotada por desfilou . Na terceira frase, linda modifica Gisele , mas muito não modifica a ação do verbo, modifica sim, o adjetivo linda . Conclusão: advérbios podem modificar adjetivos. Vamos adiante.
  • Pedro dirige muito.
  • Pedro dirige muito bem.
Na primeira frase, entende-se que muito  quantifica a ação indicada na frase e explicitada pelo verbo. Já na segunda frase, se nos baseássemos no comportamento típico dos adjetivos, por exemplo, concluiríamos que Pedro dirige muito e bem. Mas não é o que acontece com os advérbios. A interpretação correta da frase é que Pedro dirige mais do que bem, dirige bem além da conta. O advérbio muito , nesse caso não modifica a ação do verbo, mas modifica o outro advérbio ( bem ). Esta é mais uma característica dos advérbios. Modificam outros advérbios.
Com essas análises, concluímos que advérbios podem complementar frases, além de modificar adjetivos e outros advérbios. Isso nos servirá como ponto de partida para nossa análise dos advérbios, uma classe difícil, cuja definição exige um esforço considerável. Para isso, teremos que levar em conta aspectos morfológicos, sintáticos e semânticos.

Contraste entre adjetivos e advérbios

Estudando atentamente os adjetivos e os advérbios encontramos várias similaridades e convergências entre as duas classes, de tal forma que chega ser tentadora a idéia de tratá-las como subconjuntos de uma classe maior de modificadores. Essa conclusão surge da observação de séries como a apresentada a seguir:
  • A bailarina é linda.
  • A bailarina dança lindamente.
Observe que tanto linda como lindamente apresentam o mesmo radical, que ambas as palavras são modificadores e o sentido que portam é basicamente o mesmo nos dois casos exemplificados, ou seja, uma qualidade, a beleza, está sendo atribuída a uma pessoa e a uma ação respectivamente.

 

DICAS                          Índice

Não procure decorar os advérbios ou locuções adverbiais. O que faz com que uma palavra pertença a uma classe é a relação que ela estabelece com as outras.Por exemplo, a palavra meio pode ser advérbio, mas nem sempre o será.
Veja:
  • "Estava meio atrasado" (advérbio)
  • "Resolvi dar meia volta" (numeral)
  • "O meio universitário era favorável para a disseminação daquelas idéias" (substantivo)